Riscos Psicossociais: impactos nas metas e na produtividade em 2026
Introdução
Em 2026, os riscos psicossociais passam a ocupar um papel ainda mais estratégico na gestão de pessoas e de resultados. Com a atualização da NR-1, o mapeamento desses riscos deixa de ser apenas uma boa prática e passa a ser uma exigência obrigatória, reforçando a necessidade de olhar para fatores emocionais, organizacionais e de clima de trabalho de forma estruturada e contínua.
Esse movimento acontece porque aspectos como pressão excessiva por resultados, sobrecarga, falhas na comunicação e fragilidade no clima organizacional impactam diretamente o desempenho das equipes. Quando esses riscos não são identificados e monitorados, as consequências aparecem rapidamente: metas comprometidas, queda de produtividade, aumento de afastamentos e elevação dos custos internos.
1. O que são riscos psicossociais e por que crescem nas empresas
Riscos psicossociais são fatores organizacionais, emocionais e sociais que influenciam a saúde mental dos colaboradores. Embora sempre tenham existido, eles se intensificaram nos últimos anos devido ao ritmo acelerado de trabalho, mudanças tecnológicas, novas formas de gestão e aumento das cobranças por produtividade.
Entre os principais fatores, destacam-se:
excesso de demandas e prazos curtos;
conflitos entre áreas ou lideranças;
metas mal distribuídas;
falta de reconhecimento;
sobrecarga emocional;
comunicação falha;
ambiente estressante.
Além disso, a ausência de clareza nas funções e a dificuldade de desconexão fora do expediente ampliam ainda mais esse cenário.
Quando esses pontos não são acompanhados, eles se transformam em risco real para a empresa e não apenas em um tema “comportamental”.
2. Como os riscos psicossociais afetam as metas de 2026
Os riscos psicossociais estão diretamente ligados ao desempenho da empresa. Isso porque colaboradores sob pressão constante ou com desgaste emocional apresentam queda significativa na capacidade de entrega.
Consequentemente, as metas deixam de avançar por motivos como:
procrastinação crescente;
erros repetitivos;
baixa concentração;
dificuldade de priorização;
conflitos interpessoais;
queda no engajamento;
rotatividade alta.
Além disso, equipes emocionalmente sobrecarregadas perdem velocidade e perdem também a capacidade de pensar de forma estratégica. O resultado é um ciclo de perda de produtividade que se agrava mês após mês.
Em 2026, esse será um dos principais desafios de RH e líderes.
3. Riscos psicossociais e produtividade: a relação que define o ritmo das equipes
Quando os riscos psicossociais não são monitorados, diversas áreas da empresa começam a apresentar sinais de queda de produtividade. Entre os impactos mais comuns, estão:
• Afastamentos por transtornos mentais
O número de licenças cresce e sobrecarrega quem permanece na operação.
• Redução do ritmo de trabalho
A ansiedade, o estresse e a fadiga reduzindo a capacidade de concentração.
• Aumento de falhas e retrabalho
As equipes perdem precisão e cometem erros que poderiam ser evitados.
• Baixa motivação a longo prazo
Mesmo colaboradores talentosos acabam desengajados.
Além disso, quando o clima deteriora, o impacto se espalha entre áreas, comprometendo todo o fluxo produtivo.
4. Como identificar sinais de riscos psicossociais no dia a dia
Muitos líderes percebem mudanças no clima, mas não sabem nomear o que está acontecendo. Por isso, identificar sinais precoces é essencial.
Fique atento a indicadores como:
aumento de conflitos internos;
quedas frequentes de performance;
pedidos de afastamento;
absenteísmo crescente;
rotatividade em setores específicos;
sobrecarga visível em determinadas funções;
reclamações repetidas do mesmo processo.
Além disso, vale monitorar com frequência o clima organizacional e o nível de exaustão das equipes.
Quando os sinais aparecem cedo, a intervenção é mais simples e muito mais eficaz.
5. Estratégias práticas para reduzir riscos psicossociais em 2026
Embora o tema seja complexo, existem ações que fazem diferença imediata no dia a dia das equipes.
• Ajuste de metas e expectativas
Metas bem distribuídas reduzem frustração, pressão e desgaste emocional.
• Liderança treinada para gestão emocional
Líderes preparados percebem sinais antes que eles se tornem problemas graves.
• Processos claros e bem comunicados
A clareza reduz ansiedade, dúvidas e conflitos entre áreas.
• Rotina de feedbacks humanizados
Feedback bem aplicado corrige rumos sem gerar tensão.
• Monitoramento contínuo dos indicadores
Dados ajudam a antecipar riscos antes que se tornem crises.
Além disso, ações de apoio emocional como palestras e programas estruturados de saúde mental fortalecem o clima organizacional e preservam a produtividade ao longo do ano.
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Conclusão
Identificar e agir sobre os riscos psicossociais é uma oportunidade para sua empresa atuar de forma estratégica e obter mais estabilidade, engajamento e resultados. Quando a empresa ignora esses riscos, a produtividade diminui, os custos aumentam e as equipes perdem energia.
Se a sua empresa deseja estruturar ações preventivas, mapear riscos psicossociais e fortalecer a produtividade das equipes, nós da BMPC podemos apoiar, com palestras, treinamentos, programas completos de SST, saúde mental e consultoria especializada.
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